Quinto dia da novena

.:. Meditação para o quinto dia da novena:

Vida e oração

No silêncio do claustro Rita, com simplicidade de criança, vai aprendendo a executar com atenção a prece da igreja. A grande lição que Rita aprende na escola de Santo Agostinho é unir vida e oração. Rita vai aprendendo que a oração é um longo vôo, um êxodo, como dos pássaros migrantes.

 

Nesta caminhada ela vai descobrindo que a oração é uma longa paciência, é colocar-se em estado de ser "capaz de Deus", ou, ainda, na condição de "pobre diante de Deus". Rita vai descobrindo que, conforme a alma se aproxima de Deus, pressente que há um estado de oração, no sentido de conversão e de resposta a Deus, que não terminará jamais. Assim dedica-se ainda mais à oração.

 

Os primeiros biógrafos da Santa põem em relevo sua profunda oração e sua devoção ardente ao Cristo padecente. Na verdade, é o sacrifício de Cristo que confere à nossa oração o valor de holocausto que sobe a Deus. A oração é, portanto, a palavra de Deus que se torna nossa palavra; é uma procura de vida interior; é o sustento de nossa vida.

 

Meditando a vida de Santa Rita compreendemos que a verdadeira oração cristã é um mergulho de toda a nossa vida em Deus da qual saímos transformados.