Terceiro dia da novena

.:. meditação para o terceiro dia da novena:

Santa Rita, mãe e viúva

Do casamento de Rita com Paulo Fernando nascem dois filhos. E naquele lar, transformado pela piedade de Rita, começa a reinar a paz. Sustentada pela força dos sacramentos, Rota dá a seu casamento a verdadeira dimensão de sacramento e consegue fazer de sua família aquilo que hoje chamamos "Igreja doméstica". Rita ama intensamente seu marido e seus filhos.

 

Rita aceita o casamento não como uma carga pesada para ser levada com gemidos e lamentos. Não pensemos que Rita aceita o marido como uma imposição.

 


Eis que surge mais uma pedra - na verdade, muitas pedras - no seu caminho, quando as coisas tinham entrado na harmonia da paz e o lar já podia ser chamado um lar cristão. Para uma pessoa que não tivesse fé inquebrantável poderia parecer uma montanha de dificuldades. Os habitantes da região não tinham esquecido o comportamento anterior de Paulo, marido de Rita.

 

Voltando, numa noite, de Cássia, onde estivera tratando de negócios, ao passar pelo estreito caminho que margeia o rio, é atacado pelos seus inimigos e assassinado. Diante da morte do marido, Rita não se enche de cólera. Com o Senhor Jesus aprendera a perdoar. Perdoa e reza. Reza por seu marido e pelos assassinos.

 


Não param aí os sofrimentos de Rita. Num curto espaço de tempo ela perde ainda os seus dois filhos. Toda a sua vida tinha é uma entrega ao Senhor. Por amor abraçara a vida conjugal, no amor tivera dois filhos, com amor conquistara o marido, amansara seu caráter briguento e impetuoso, transformando-o em um marido amoroso e dedicado à educação dos filhos e à vida cristã.

 

Rita torna-se, então, um exemplo para as viúvas.