435 perguntas sobre a Santa Missa – parte 23

435 00 200Igreja & Doutrina
Catecismo da Santa Missa

 

Tendo por base um livro, publicado em 1975,

de um autor anônimo do século XIX,

tudo o que você gostaria de saber sobre a Santa Missa.

 

 Parte 23 - Perguntas de 221 a 230

veja também:

Parte 1: perguntas de 01 a 10

 

Parte 2: perguntas de 11 a 20

 

Parte 3: perguntas de 21 a 30

 

Parte 4: perguntas de 31 a 40

 

Parte 5: perguntas de 41 a 50

 

Parte 6: perguntas de 51 a 60

 

Parte 7: perguntas de 61 a 70

 

Parte 8: perguntas de 71 a 80

..

Parte 9: perguntas de 81 a 90

 

Parte 10: perguntas de 91 a 100

 

Parte 11: perguntas de 100 a 110

 

Parte 12: perguntas de 111 a 120

 

Parte 13: perguntas de 121 a 130

 

Parte 14: perguntas de 131 a 140

 

Parte 15: perguntas de 141 a 150

 

Parte 16: perguntas de 151 a 160

..

 

Parte 17: perguntas de 161 a 170

 

Parte 18: perguntas de 171 a 180

 

Parte 19: perguntas de 181 a 190

 

Parte 20: perguntas de 191 a 200

 

Parte 21: perguntas de 201 a 210

 

Parte 22: perguntas de 211 a 220

 

P221. Que é Missa privada?

R. É a celebrada fora ou dentro da paróquia com intenções particulares, sem a solenidade das bênçãos, sem admoestações e práticas.


P222. Quantas partes há na Missa?

R. Na Missa há seis partes:

1 – a preparação pública: da entrada do sacerdote ao altar, até a coleta;

2 – o intróito e instrução: da coleta até o final do Credo;

3 – a oblação: do Credo ao prefácio;

4 – o cânon, ou a regra da consagração: do prefácio ao Pater Noster;

5 – a consumação: do Pater Noster à comunhão;

6 – a ação de graças: da pós-comunhão ao último Evangelho.»


P223. O que é Missa?

R. Missa é, pois, o sacrifício do corpo e do sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, imolado desde o princípio do mundo pelas promessas feitas por Deus e pela fé dos justos, aos quais se aplicavam, antecipadamente, seus frutos.


P224. Há figuras do santo sacrifício no livro do Gênesis?

R. Sim. No Gênesis encontramos figuras do santo sacrifício, como, por exemplo, as ofertas de Abel, de Abraão e de Melquisedec.


P225. E na lei de Moisés?

R. Encontramos, também, figuras daquele sacrifício na lei de Moisés, como no cordeiro pascal, e na variedade de tantos outros sacrifícios por ele estabelecidos, cujos diferentes objetos convergem para a única imolação de valor infinito, a Missa, anunciada pelos profetas.


P226. Quando se iniciou o santo sacrifício?

R. Podemos afirmar que aquele santo sacrifício se iniciou na Encarnação do Verbo, passando pelo nascimento de Cristo e pela apresentação no templo.


P227. Quando Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu o santo sacrifício?

R. O santo sacrifício foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo na véspera da sua morte, consumado no Calvário de modo cruento, e continuado nos nossos altares para ser, até o fim dos tempos, o único e verdadeiro sacrifício, que pessoalmente nos aplica o preço do sangue divino derramado na cruz, para oferecer perpetuamente Deus (Filho) a Deus (Pai) pelo ministério dos sacerdotes legítimos, a quem Cristo designou este poder.


P228. Como é oferecido o santo sacrifício do corpo e do sangue de Cristo?

R. Este sacrifício é oferecido sob as espécies de pão e de vinho, que mantém suas aparências como a cor e o sabor. Estas aparências, ou acidentes, permanecem e subsistem mesmo depois que a substância de pão e de vinho se convertem, realmente, no corpo e sangue do nosso Salvador.


P229. Por que Nosso Senhor Jesus Cristo utilizou o pão e o vinho ao instituir este santo sacrifício?

R. Porque, conforme diz a Escritura, o pão é o fundamento da vida (Ps 103), e o vinho é o símbolo de tudo que encanta e alegra o coração do homem. Assim Nosso Senhor, ao fazer deles a matéria do seu sacrifício, quis nos ensinar a imolar, com ele e nele, a nossa vida e tudo quanto dela nos é grato e querido.


P230. Poderia haver melhor símbolo para este santo sacrifício?

R. Não. Nenhum outro símbolo seria mais próprio, para nos dar a justa idéia do Deus que se sacrifica, que é o autor dos nossos bens, o conservador do nosso ser, o Senhor da vida e da morte, e o dispensador das nossas alegrias e dos nossos pesares. Assim, nenhum outro sinal poderia inspirar melhor o elevado pensamento da imolação do homem, que deve unir-se a esta vítima, e de pertencer a Nosso Senhor na vida e na morte.

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Baseado em livro de autor anônimo do Século XIX,

publicado em 1975 pela EDICIONES RIALP – Madrid,

NIHIL OBSTAT de D. José Larrabe Orbegozo, Madrid, 27 de outubro de 1975

IMPRIMA-SE: Dr. D. José Maria Martim Patino, Pro-Vigário Geral

Apresentação de Angel Garcia Y Garcia


Fonte: Site Aleteia