435 perguntas sobre a Santa Missa – parte 25

435 00 200Igreja & Doutrina
Catecismo da Santa Missa

 

Tendo por base um livro, publicado em 1975,

de um autor anônimo do século XIX,

tudo o que você gostaria de saber sobre a Santa Missa.

 

 Parte 25 - Perguntas de 241 a 250

veja também:

Parte 1: perguntas de 01 a 10

 

Parte 2: perguntas de 11 a 20

 

Parte 3: perguntas de 21 a 30

 

Parte 4: perguntas de 31 a 40

 

Parte 5: perguntas de 41 a 50

 

Parte 6: perguntas de 51 a 60

 

Parte 7: perguntas de 61 a 70

 

Parte 8: perguntas de 71 a 80

..

Parte 9: perguntas de 81 a 90

 

Parte 10: perguntas de 91 a 100

 

Parte 11: perguntas de 100 a 110

 

Parte 12: perguntas de 111 a 120

 

Parte 13: perguntas de 121 a 130

 

Parte 14: perguntas de 131 a 140

 

Parte 15: perguntas de 141 a 150

 

Parte 16: perguntas de 151 a 160

..

 

Parte 17: perguntas de 161 a 170

 

Parte 18: perguntas de 171 a 180

 

Parte 19: perguntas de 181 a 190

 

Parte 20: perguntas de 191 a 200

 

Parte 21: perguntas de 201 a 210

 

Parte 22: perguntas de 211 a 220

 

Parte 23: perguntas de 221 a 230

 

Parte 24: perguntas de 231 a 240

 

P241. Por que se diz que a Missa é um holocausto?

R. Porque na Missa rendemos a Deus o culto de latria, ou seja, adoração suprema e de total dependência a Deus, a quem oferecemos a adoração do próprio Deus (Cristo), de quem reconhecemos supremo domínio, a quem apresentamos a morte de Deus (Cristo), unindo o culto da nossa alma e do nosso coração à adoração de Deus sacerdote (Cristo) e à morte de Deus vítima (Cristo).


P242. Por que a Missa é Eucaristia?

R. Diz-se que a Missa é Eucaristia, ou ação de graças, porque nela elevamos a Deus não só os dons que recebemos da plenitude da sua misericórdia, como também o mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo, manancial desta plenitude de graças.


P243. Por que dizemos que a Missa é uma hóstia de propiciação, devido ao pecado, oferecida a Deus?

R. Porque, através dessa hóstia de propiciação, imploramos à misericórdia divina para apaziguar sua justiça, oferecendo a imolação de Cristo (o próprio Deus) que se dignou tomar sobre si todas as nossas iniqüidades e reunir nossa fraca e insuficiente dor de arrependimento à sua satisfação infinita.


P244. Por que a Missa é também um sacrifício de impetração?

R. Porque na Missa pedimos e recebemos todos os bens necessários à salvação do corpo e da alma.


P245. Não pedimos e recebemos esses bens em outras orações?

R. Sim, porém a diferença é que, na Missa, não somos nós quem os suplica, mas o próprio Deus (Cristo) quem pede e quem ouve; nós somente unimos nossa fraqueza às suas orações. Assim, por meio deste divino intercessor nossas orações sobem aos céus, chegam ao Nosso Pai celestial e são por Ele acolhidas favoravelmente.


P246. Como podemos nos certificar que nossas orações na Missa são favoravelmente acolhidas pelo nosso Pai celestial?

R. S. Paulo apóstolo no-lo garante ao nos dizer: “Como Deus não nos dará todos os bens, depois de nos ter dado seu próprio Filho para ser o oferecimento do nosso sacrifício”?


P247. Que conclusão principal chegamos do que foi explicado acima?

R. Conclui-se que a Missa é o verdadeiro sacrifício estabelecido por Jesus Cristo para a nova aliança.


P248. Há alguma referência no Antigo Testamento sobre a Missa, como sacrifício da nova lei a ser estabelecido por Cristo?

R. Sim, e o profeta Malaquias anuncia (I, 11):
1º – A revogação dos sacrifícios antigos: “Eu não receberei mais oblações das vossas mãos”, disse o Senhor aos judeus;
2º – A substituição do dos sacrifícios antigos, por um novo e excelente sacrifício: “Em todo o lugar se oferece em sacrifício ao meu nome, uma hóstia pura”; quer dizer, será oferecida, porque, na linguagem profética o futuro se anuncia como presente.


P249. Por que as palavras do profeta Malaquias, acima citadas, referem-se ao santo sacrifício da Missa?

R. As palavras do profeta Malaquias referem-se ao santo sacrifício da Missa, pois:
1º – afirmam que Deus não mais receberá nenhum sacrifício oferecido anteriormente:
a – dos judeus, nem mesmo as vítimas legais dos seus sacrifícios, pois Deus quer substituí-las por uma nova e excelente hóstia;
b – dos pagãos, com maior razão sacrifício algum, que nunca os aceitara, pois seus altares impuros serviam aos demônios.
2º – afirmando que “em todo o lugar se oferece em sacrifício uma hóstia pura”, Deus também não se refere diretamente nem mesmo à imolação da cruz, que ocorreu só uma vez no Calvário; mas refere-se claramente ao Santo Sacrifício da Missa, que oferece a hóstia pura, e que ocorre em todo lugar;
3º – afirmam que não será um sacrifício nem mesmo espiritual, da alma e do coração, de agradecimento e de boas obras, que havia sido sempre praticado, pois o texto da profecia expressa um sacrifício exterior propriamente dito.
Seu sentido claramente nos indica um sacrifício novo, de uma vítima pura a Ele oferecida em todo o lugar, que é exatamente a oblação da Eucaristia na Missa, ou seja, o puro e próprio sacrifício de Deus (Cristo) vítima, oferecido à majestade do seu nome por todos os povos e em todos os lugares.


P250. A profecia de Malaquias foi realmente cumprida?

R. Sim; e para nos certificarmos disto, basta ler os Evangelistas e S. Paulo.

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Baseado em livro de autor anônimo do Século XIX,

publicado em 1975 pela EDICIONES RIALP – Madrid,

NIHIL OBSTAT de D. José Larrabe Orbegozo, Madrid, 27 de outubro de 1975

IMPRIMA-SE: Dr. D. José Maria Martim Patino, Pro-Vigário Geral

Apresentação de Angel Garcia Y Garcia


Fonte: Site Aleteia