435 perguntas sobre a Santa Missa – parte 30

435 00 200Igreja & Doutrina
Catecismo da Santa Missa

 

Tendo por base um livro, publicado em 1975,

de um autor anônimo do século XIX,

tudo o que você gostaria de saber sobre a Santa Missa.

 

 Parte 30 - Perguntas de 291 a 300

veja também:

Parte 1: perguntas de 01 a 10

 

Parte 2: perguntas de 11 a 20

 

Parte 3: perguntas de 21 a 30

 

Parte 4: perguntas de 31 a 40

 

Parte 5: perguntas de 41 a 50

 

Parte 6: perguntas de 51 a 60

 

Parte 7: perguntas de 61 a 70

 

Parte 8: perguntas de 71 a 80

 

Parte 9: perguntas de 81 a 90

 

Parte 10: perguntas de 91 a 100

 

Parte 11: perguntas de 100 a 110

 

..

Parte 12: perguntas de 111 a 120

 

Parte 13: perguntas de 121 a 130

 

Parte 14: perguntas de 131 a 140

 

Parte 15: perguntas de 141 a 150

 

Parte 16: perguntas de 151 a 160

 

Parte 17: perguntas de 161 a 170

 

Parte 18: perguntas de 171 a 180

 

Parte 19: perguntas de 181 a 190

 

Parte 20: perguntas de 191 a 200


Parte 21: perguntas de 201 a 210

 

Parte 22: perguntas de 211 a 220

 

..

 

Parte 23: perguntas de 221 a 230

 

Parte 24: perguntas de 231 a 240

 

Parte 25: perguntas de 241 a 250

 

Parte 26: perguntas de 251 a 260

 

Parte 27: perguntas de 261 a 270

 

Parte 28: perguntas de 271 a 280

 

Parte 29: perguntas de 281 a 290

 

 

P291. Com que disposição esses princípios nos levam a assistência à Missa?

 

R. Conseqüentemente, devemos ir “com confiança ao trono da graça” (Heb 4) para alcançar a misericórdia e, naquele mesmo trono, encontrar os socorros necessários às nossas necessidades.

 


P292. Que outro ensinamento tiramos desses princípios?

 

R. Devemos compreender quão preciosa é a prática dos fiéis que fazem celebrar ou que assistem a Missa, sempre que precisam pedir alguma graça a Senhor, e como tão mais santo é o costume de assisti-la diariamente, para fortalecer-nos sem cessar com sua santa proteção.

 


P293. Qual a eficácia da Missa quanto às penas temporais devidas aos nossos pecados?

 

R. Quanto às penas temporais devidas aos pecados, depois de terem sido perdoados no sacramento da Penitência, a Missa as extingue imediatamente aos que estão em estado de graça, assim como aos justos do purgatório, cujas penas são eliminadas também imediatamente, se bem que eles não podem merecer mais, nem mesmo recorrer a outros meios.

 


P294. A Missa redime sempre e imediatamente todas as almas do purgatório?

 

R. Não. A Igreja nos ensina que a redenção das almas do purgatório, por meio da aplicação dos frutos da Missa, se realiza conforme a vontade e os desígnios de Deus. A Igreja diz que a Missa ajuda a redimir as almas do purgatório, conforme estabelecido na seção 25 do Concílio de Trento. Assim os fiéis costumam oferecer freqüentemente Missas aos defuntos. Além deste fruto eficaz do sacrifício, oferecemos também, como fruto secundário àquelas almas, as fervorosas disposições com que assistimos a ela.

 


P295. Que nos ensina S. Tomás sobre essa questão?

 

R. S. Tomás nos ensina que a santa oblação é aplicada a cada um proporcionalmente à sua devoção. Neste sentido a Missa opera segundo a santidade de quem oferece e de quem assiste a ela.

 


P296. Mas a Missa não é somente oferecida a Deus?

 

R. Sim, a Missa é oferecida somente a Deus, a quem se deve unicamente a adoração, o culto supremo e o reconhecimento total da nossa dependência, em proveito do sacerdote, dos fiéis e das almas do purgatório, isto é, rogando graças para essas fiéis pessoas.

 


P297. Por que, então, oferecemos a Missa para a Virgem, Missa para os defuntos?

 

R. Essas expressões são formas comuns que empregamos, para indicar que as orações e leituras que precedem o cânon são em memória dos santos ou dos fiéis defuntos. Embora o sacrifício só pode ser oferecido a Deus, nele se faz menção aos santos, pois a Missa é o sacrifício de toda a Igreja que Nosso Senhor o oferece como a cabeça do seu corpo místico, que é a própria Igreja.

 


P298. Por que a Igreja menciona o nome dos santos em certas passagens da Missa?

 

R. Porque a Igreja militante se une a Jesus Cristo para oferecê-la e, pelo mesmo motivo, se une à Igreja triunfante, inseparavelmente unida à sua cabeça.

 


P299. Por que a Igreja militante se une à Igreja triunfante?

 

R. Estas duas partes da sociedade dos filhos de Deus se unem para implorar, pelos méritos de Cristo, a divina misericórdia em favor da Igreja padecente, constituída pelas almas que sofrem no purgatório.

 


P300. A união da Igreja triunfante com a militante visa somente as almas do purgatório?

 

R. Não, pois esta lembrança dos santos no altar se faz também para felicitá-los pelas suas vitórias, para agradecer a Deus pelos seus

 

triunfos, para nos incentivar a imitar seus sacrifícios consumados, e para nos fortificar, como diz o cânon da Missa, através dos seus méritos e orações a Deus e Jesus Cristo, único mediador todo poderoso.

 

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Baseado em livro de autor anônimo do Século XIX,

publicado em 1975 pela EDICIONES RIALP – Madrid,

NIHIL OBSTAT de D. José Larrabe Orbegozo, Madrid, 27 de outubro de 1975

IMPRIMA-SE: Dr. D. José Maria Martim Patino, Pro-Vigário Geral

Apresentação de Angel Garcia Y Garcia


Fonte: Site Aleteia