435 perguntas sobre a Santa Missa – parte 32

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435 00 200Igreja & Doutrina
Catecismo da Santa Missa

 

Tendo por base um livro, publicado em 1975,

de um autor anônimo do século XIX,

tudo o que você gostaria de saber sobre a Santa Missa.

 

 Parte 32 - Perguntas de 311 a 320

veja também:

Parte 1: perguntas de 01 a 10

 

Parte 2: perguntas de 11 a 20

 

Parte 3: perguntas de 21 a 30

 

Parte 4: perguntas de 31 a 40

 

Parte 5: perguntas de 41 a 50

 

Parte 6: perguntas de 51 a 60

 

Parte 7: perguntas de 61 a 70

 

Parte 8: perguntas de 71 a 80

 

Parte 9: perguntas de 81 a 90

 

Parte 10: perguntas de 91 a 100

 

Parte 11: perguntas de 100 a 110

 

..

Parte 12: perguntas de 111 a 120

 

Parte 13: perguntas de 121 a 130

 

Parte 14: perguntas de 131 a 140

 

Parte 15: perguntas de 141 a 150

 

Parte 16: perguntas de 151 a 160

 

Parte 17: perguntas de 161 a 170

 

Parte 18: perguntas de 171 a 180

 

Parte 19: perguntas de 181 a 190

 

Parte 20: perguntas de 191 a 200


Parte 21: perguntas de 201 a 210

 

Parte 22: perguntas de 211 a 220

 

..

Parte 23: perguntas de 221 a 230

 

Parte 24: perguntas de 231 a 240

 

Parte 25: perguntas de 241 a 250

 

Parte 26: perguntas de 251 a 260

 

Parte 27: perguntas de 261 a 270

 

Parte 28: perguntas de 271 a 280

 

Parte 29: perguntas de 281 a 290

 

Parte 30: perguntas de 291 a 300

 

Parte 31: perguntas de 301 a 310

 

P311. Como se dispunham os fiéis na catedral?

R. Os homens ficavam de um lado e as mulheres do outro, para melhor conveniência do ósculo da paz. Viria depois local reservado aos catecúmenos e aos penitentes públicos


P312. Quantas portas havia nas igrejas primitivas?

R. Em geral havia três portas: a principal, ou grande porta, à frente do edifício; a porta menor, que separava os fiéis dos catecúmenos e penitentes públicos; e a chamada porta santa, que fechava a parte do santuário, e que servia de balaústre para a mesa da comunhão.


P313. Que semelhanças há entre aquelas igrejas primitivas e as atuais?

R. Há inúmeras, como por exemplo:
1 – a Cruz externa, sobre o edifício ou sobre o campanário, indicando o sacrifício que se renova no templo católico;
2 – os sinos, como a voz do sacerdote, convocando os fiéis;
3 – as pias de água benta: ao lado da entrada, lembrando a pureza exigida na oblação;
4 – os confessionários: como meios para, através do sacramento da penitência, ou confissão, recuperarmos a graça de Deus, perdida pelos pecados;
5 – a cruz na frente do altar: indicando aos fiéis que devem unir o sacrifício do seu coração à imolação da grande vítima do mundo;
6 – local para o coro e o órgão;
7 – capelas laterais, possibilitando a multiplicidade de Missas;
8 – relicários, imagens que nos lembram a glória dos santos e que já consumaram seu sacrifício;
9 – finalmente, e acima de tudo, o altar, que é o ponto central das nossas igrejas.


P314. Que significa a palavra ‘altar’?

R. A palavra ‘altar’ deriva de ‘altus ’ significando ‘elevado’. Entre os gregos, o termo utilizado era thusiasterion, que significa ‘ lugar da imolação’.


P315. Que afirmou s. Gregório sobre o altar do sacrifício?

R. S. Gregório nos diz que o altar do sacrifício é de pedra comum, semelhante a que usamos para levantar muros, porém devidamente abençoado e consagrado ao Senhor.


P316. Havia altares sobre túmulos?

R. Sim, às vezes erguiam altares sobre túmulos de mártires, e sua forma externa era de uma sepultura. Mas, como dizia Sto. Agostinho, o altar era somente para Deus, embora contendo os restos mortais de mártires. Disto surgiu o costume de se colocar relíquias de santos nos altares, costume que não só nos apresenta uma imagem do céu, onde S. João viu no altar as almas dos mártires (Apc 6), mas nos mostra também um espetáculo digno dos anjos e dos homens: Jesus Cristo, vítima universal oferecida a Deus sobre o corpo das suas vítimas, estimulando os fiéis ao sacrifício das suas vidas, pelo menos moralmente.


P317. Todos os altares são iguais?

R. Não. Os altares são diferenciados segundo a forma de sua consagração ou da sua finalidade, havendo, basicamente, três tipos de altares:
A – Fixo: quando a pedra inteira é consagrada;
B – Portátil: quando foi consagrada somente a pedra central;
C – Privilegiado: altar em que se permite celebrar missas de defuntos mesmo nos dias proibidos em outros altares, ou que gozam de indulgências temporais ou perpétuas específicas.


P318. Por que o altar está sempre acima do nível do solo?

R. O altar deve ficar acima do nível do solo, elevado pelo menos por um degrau ou base, para corresponder ao significado literal e místico do seu próprio nome e da sua finalidade.


P319. Como a elevação do altar acima do solo corresponde a sua finalidade?

R. Como a oração é a elevação da alma a Deus, assim também é o sacrifício celebrado no altar, sinal público da mais excelente oração, que deve ser oferecido num lugar elevado para nos lembrar que devemos nos separar da terra, e nos elevarmos para o céu, aproximando-nos espiritualmente do trono da misericórdia de Nosso Senhor.


P320. O que deve ser colocado no centro do altar?

R. No centro do altar deve ser colocado um tabernáculo, no qual se conservam as hóstias consagradas para a comunhão dos fiéis, ou levadas aos enfermos, e a hóstia que é exposta à adoração nos ofícios públicos.

 

 

435 01 650 

Baseado em livro de autor anônimo do Século XIX,

publicado em 1975 pela EDICIONES RIALP – Madrid,

NIHIL OBSTAT de D. José Larrabe Orbegozo, Madrid, 27 de outubro de 1975

IMPRIMA-SE: Dr. D. José Maria Martim Patino, Pro-Vigário Geral

Apresentação de Angel Garcia Y Garcia


Fonte: Site Aleteia