435 perguntas sobre a Santa Missa – parte 35

435 00 200Igreja & Doutrina
Catecismo da Santa Missa

 

Tendo por base um livro, publicado em 1975,

de um autor anônimo do século XIX,

tudo o que você gostaria de saber sobre a Santa Missa.

 

 Parte 35 - Perguntas de 341 a 350

veja também:

Parte 1: perguntas de 01 a 10

 

Parte 2: perguntas de 11 a 20

 

Parte 3: perguntas de 21 a 30

 

Parte 4: perguntas de 31 a 40

 

Parte 5: perguntas de 41 a 50

 

Parte 6: perguntas de 51 a 60

 

Parte 7: perguntas de 61 a 70

 

Parte 8: perguntas de 71 a 80

 

Parte 9: perguntas de 81 a 90

 

Parte 10: perguntas de 91 a 100

 

Parte 11: perguntas de 100 a 110

 

..

Parte 12: perguntas de 111 a 120

 

Parte 13: perguntas de 121 a 130

 

Parte 14: perguntas de 131 a 140

 

Parte 15: perguntas de 141 a 150

 

Parte 16: perguntas de 151 a 160

 

Parte 17: perguntas de 161 a 170

 

Parte 18: perguntas de 171 a 180

 

Parte 19: perguntas de 181 a 190

 

Parte 20: perguntas de 191 a 200


Parte 21: perguntas de 201 a 210

 

Parte 22: perguntas de 211 a 220

 

..

Parte 23: perguntas de 221 a 230

 

Parte 24: perguntas de 231 a 240

 

Parte 25: perguntas de 241 a 250

 

Parte 26: perguntas de 251 a 260

 

Parte 27: perguntas de 261 a 270

 

Parte 28: perguntas de 271 a 280

 

Parte 29: perguntas de 281 a 290

 

Parte 30: perguntas de 291 a 300

 

Parte 31: perguntas de 301 a 310

 

Parte 32: perguntas de 311 a 320

 

Parte 33: perguntas de 321 a 330

 

Parte 34: perguntas de 331 a 340

 

P341. Por que a rubrica estabelece explicitamente a condição ‘pelo menos’?

R. Pelo menos, porque se a Missa é celebrada mais tarde exige-se então a recitação dos demais ofícios decorridos entre laudes (5h da manhã) e a Missa.

P342. Que outra rubrica é prescrita ao sacerdote antes da Missa?

R. Outra rubrica ordena ao sacerdote aplicar algum tempo à oração. De fato, não basta a oração pública: a oração mental deve sempre estar unida à oração vocal.

P343. Que considerações deve fazer o sacerdote nessa preparação?

R. O sacerdote deverá considerar:
A – a excelência e a majestade dos mistérios dos quais ele será o ministro, e sua profunda indignidade em celebrá-lo;
B – dirigir sua atenção à oferenda do santo sacrifício e levar a este trono de misericórdia a mais viva fé, a pureza mais escrupulosa e o amor mais ardente a Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Antigamente, em algumas catedrais em que seriam celebradas missas solenes com a presença de grande número de assistentes, o celebrante passava a semana anterior em retiro, para que essa contrita preparação não fosse perturbada pelo movimento natural e ruído das pessoas.

P344. Quais eram as orações marcadas pela rubricas?

R. Havia muita variedade. Assim, no século X, o sacramental de Tréveris, indica os três primeiros salmos, seguidos da ladainha aos santos. No século XI, o Micrólogo indica os quatro primeiros salmos, como se encontram nos missais e breviários. A Igreja deixa à devoção de cada sacerdote a escolha das orações para sua preparação, para alimentar melhor sua fé e a sua piedade.

P345. Qual é o primeiro dever exterior do sacerdote?

R. O sacerdote deve preparar o que deverá ler no Missal, para entendê-lo e recitá-lo melhor, bem como para evitar enganos que poderão prejudicar a atenção e o acompanhamento dos assistentes, fazendo-os cansar, ao procurar a correta seqüência do texto.

P346. Que outro ato externo o sacerdote deve cumprir como preparação à celebração do santo sacrifício da Missa?

R. Antes do sacrifício, o sacerdote deve lavar suas mãos na sacristia, regra seguida em todas as épocas e povos. A lei antiga (Ex. 30, 18) a determinava expressamente, e os cristãos jamais a descuidaram, como recomendavam S. Cirilo e S. Crisóstomo. Além disso, S. Cesáreo ordenava a todos os participantes que lavassem suas mãos para receber a eucaristia, como respeito ao santo sacrifício.

P347. Que visava a Igreja ao prescrever aquela ablução?

R. A Igreja prescrevia lavar as mãos como sinal externo da pureza interior necessária para entrar no santuário, como pede a oração pronunciada durante aquele ato: “Senhor, tornai minhas mãos puras, para que eu possa servir sem mancha alguma corporal ou espiritual.”

P348. Que mais é prescrito ao sacerdote como preparação externa do santo sacrifício?

R. O sacerdote deve preparar o cálice como observa a rubrica do Missal.

P349. Como deve ser o cálice?

R. O cálice deve ser uma taça de prata, dourado, consagrado pelo bispo e que serve para a consagração do vinho em sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

P350. Em que consiste a preparação do cálice?

R. Esta preparação consiste em ordenar:
A – o cálice, que deverá ser bem lavado e secado;
B – o purificatório, isto é, o lenço que cobre o cálice, que serve para enxugar e purificar no altar as taças do sacrifício, e que é como um pano sagrado da mesa divina;
C – a patena, pequena bandeja arredondada, de prata dourada, consagrada como o cálice, na qual será colocada a Hóstia, corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; ela é disposta sobre o cálice e sobre o purificatório;
D – o pão, também chamado de hóstia ou vítima, que é a matéria destinada a converter-se no corpo do nosso Salvador; este pão, de farinha sem levedura, de forma redonda e fino, coloca-se inicialmente na patena que é coberta pela palio, lenço bento, para cobrir o cálice durante a Missa, evitando, assim, que nada caia dentro dele. A palavra pallia, vem de pallium, que significava capa ou cobertura;
E – o pano que cobre todo o cálice, do mesmo tecido e cor dos paramentos;
F – finalmente, a bolsa que se coloca sobre o altar, à esquerda do cálice, que contém o lenço sagrado, denominado corporal, termo oriundo da palavra latina corpus, que é o quarto pano estendido para receber o corpo de Cristo e as partículas que poderiam eventualmente se desprender da hóstia consagrada.

Após essa preparação, o sacerdote e seus auxiliares se revestem com os paramentos específicos para rezar a Missa.

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Baseado em livro de autor anônimo do Século XIX,

publicado em 1975 pela EDICIONES RIALP – Madrid,

NIHIL OBSTAT de D. José Larrabe Orbegozo, Madrid, 27 de outubro de 1975

IMPRIMA-SE: Dr. D. José Maria Martim Patino, Pro-Vigário Geral

Apresentação de Angel Garcia Y Garcia


Fonte: Site Aleteia